segunda-feira, 3 de outubro de 2011

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Seu nome... uma nova oportunidade...

Você já pensou se você recebe nesse momento uma excelente proposta de trabalho, algo que você sempre sonhou, um excelente salário e ótimos benefícios?

O que poderia acontecer se você fez aquele crediário no ano passado para comprar um eletrônico e, por descuido financeiro, o seu nome acabou indo parar no SPC?

Muitas empresas hoje investigam a condição financeira de um candidato para entender melhor o perfil e comportamento de cada um.

Ao analisar sua vida financeira e situação junto ao fisco, a empresa está se resguardando de comportamentos negativos no futuro de um possível funcionário problemático. Imagina se você tem uma situação ruim na vida financeira, e isso começa a piorar a cada dia. Em breve, você não estará satisfeito com o seu salário e buscará novas oportunidades, fazendo com que a companhia que o contratou perca todo investimento realizado em você, como treinamentos e alocação de equipamentos/recursos.

Quando você tem problemas financeiros e está concorrendo para uma vada de gerência, ficará claro para a empresa contratante que você tem problemas para manter sua vida e, quais serão os resultados de um gerente que não tem controle em sua vida pessoal, nos negócios da companhia?

Pode ser que os resultados sejam excelentes (casa de ferreiro, espeto é de pau), mas o risco de se contratar alguém com problemas em suas finanças pessoais é muito alto, ainda mais para cargos executivos; isso piora mais quando o executivo terá de lidar com licitações pública, onde a corrupção e ofertas de propinas acontecem aos montes, gerando um risco de sujar o nome da companhia no mercado por uma fraqueza emocional/pessoal desse executivo.

Por isso, sugiro que antes de se "acenturar" em novas oportunidades, procure equilibrar suas finanças pessoais e manter seu nome limpo e íntegro junto aos órgãos de proteção ao crédito. Isso, hoje em dia, certamente será um diferencial para sua contratação.

Liderar e gerir sua vida financeira é um excelente exercício para aplicar todos os conceitos que você aprendeu em seu MBA e/ou cursos regulares.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Tempo Livre

Quando estamos diante de uma "entresafra", entre o fim de um projeto e o início de outro, o tempo deve ser usado como elemento preparador dos consultores.

Os antigos samurais, quando não estavam em guerra, envolvidos em batalhas ou disputas, passavam seu "tempo livre" treinando e se aperfeiçoando em suas técnicas marciais e na arte da guerra.

Quando um consultor encontra-se "parado" em seu escritório aguardando uma nova locação sua para um projeto, ele deve buscar o máximo de preparo para esse novo projeto, da seguinte forma:

  • Buscar o histórioco do cliente em que vai atuar e, se possível, conversar informalmente com algumas pessoas que ele venha ter contato durante o projeto para saber de seus anseios e necessidades;
  • Conhecer a tecnologia e/ou metodologias que serão empregadas nesse novo projeto - pesquisar, estudar, participar de Webcasts, são apenas algumas das formas de se preparar e entender o ambiente tecnológico que o irá amparar no novo projeto;
  • Entender e aprimorar seus conhecimentos no domínio do negócio que o novo projeto irá atender;
  • Trocar idéias com quem já atuou nesse cliente ou de alguma forma o conhece;
  • Entender o mecanismos comerciais (não falo aqui de preço) que levou a sua companhia a iniciar esse projeto nesse cliente e, quais expectativas sua consultoria deve atender.
Esses são apenas alguns pontos a serem considerados.

Na faculdade, tive um professor que dizia a seguinte frase:

"Soldado no quartel, ou quer trabalho ou prisão! O que você quer?"

Bons projetos a todos!

domingo, 6 de dezembro de 2009

Mudanças

É impressionante que todos querem melhorias em seus processos, mas quando falamos em mudar, alterar, refinar, logo vem o desconforto e a incerteza, e isso termina por paralisar os gestores.

Nas últimas duas semanas, eu me envolvi em um projeto em que o foco era recuperar a confiança do cliente e finalmente colocar nos trilhos um projeto com um longo atraso como resultado de conceitos errôneos de gestão de projetos de software.

Foi fácil perceber logo de início que havia uma preocupação grande com questões comportamentais e uma grande inércia por parte dos envolvidos; esses nem perceberam que essa inércia estava presente.

Com dois telefonemas e três e-mails, o projeto voltou a caminhar e um problema crítico estava encaminhado e em processo de compra. Em uma semana já tínhamos do fornecedor um modelo e um conjunto de recrusos para testar e integrá-los ao sistema; no futuro, ao receber o produto final, bastará trocar um elemento por outro.

Outro ponto foi perceber que não havia um compromisso real com entregas palpáveis, com o foco errado em querer entregar tudo, ao invés de pequenas entregas, mantendo o cliente focado nos requisitos inciais. O tempo entre as entregas eram tão grandes, que dava para levantar uma nova gama de requisitos e isso vinha impactando o projeto, pois estava gerando re-trabalho e o desenvolvimento não seguia seu curso e nenhum release era entregue.

Documentação não precisa ser muito burocrática, mas alguma coisa deve existir; pois bem, geramos um documento de visão e apresentamos ao cliente, deixando claro que esse documento não impediria a ele de gerar mudanças, mas que serviria de orientação para nos mantermos no foco do problema e na entrega. Após a entrega, uma fase homologação será empregada e ele terá oportunidade de testar seus requisitos e se alcançamos realmente o que se havia planejado como produto. Ele concordou, e passamos a fazer uma reunião semanal para pontuar e acompanhar o projeto.

Por fim, eliminamos a idéia de ficar controlando cronogramas, e passamos a focar em entregas internas, o que automaticamente força que os prozos sejam cumpridos. Um pocuo de SCRUM foi o suficiente para que o gerente do projeto fosse capaz de perceber as vantagens e a dinamicidade do conceito, onde passamos a deixar o cliente seguro e o nosso trabalho tornou-se transparente para a equipe interna e para o cliente também.

Bom, esse post é só para mostrar que mudanças são necessárias se queremos melhorar alguma coisa; não há solução sem mudar processos e metodologias. O processo e metodologia ideal é o que aplicamos e funciona, não o que os livros e "papas" da gestão dizem. Usar o bom-senso e estar disposto a mudanças lhe permitirá promover melhoria contínua sempre.